... em breve as idas ao supermercado!!!
Quando era pequenita, uma ida ao "super" era uma festa! Pois significava andar de carrinho e a ver tudo com a Mamã. O "super" que na altura existia ao pé de casa era o Pão de Açúcar e que como uma casa comercial evoluida tinha carrinhos de compras com um lugar especial para os mais pequeninos. E escusado será dizer que a rechonchuda Kika adorava ir!!!!
E diga-se, agora que ninguém nos ouve, que a Mamã adorava andar com o sua ervilhinha para todo o lado!!!!
Hoje recebi este e-mail e lembrei-me de toda a minha infância, criancice e adolescência.
Como foram tempos bons e descontraídos. Bom, talvez a adolescência tivesse sido mais complicadita, mas nada de traumatizante. Fui uma miúda como todas as outras, mas com a sorte de ter avós na aldeia para onde era “recambiada” nas férias. Adorava!!!
Para Izeda ia nas férias grandes, e eram mesmo grandes!!! Aí fazia tudo o que me apetecia e ainda tinha tempo para “torturar” a minha avó!!! Hi Hi Hi que maluqueiras que fazíamos por lá!!! Um dia que tenha tempo e inspiração deixe, conto algumas das “aventuras”, dignas de série televisiva. Via televisão, o Verão Azul, claro!, corria, andava de bicicleta. Aliás foi lá que aprendi. Ia para a horta de manhã, bem cedo, com a minha avó e com o meu Tio e regava, abria e fechava os carreirinhos como uma enxadinha, colhia feijões, apanhava batatas, enfim tudo o que era necessário. E às vezes bem torcida, pois queria era dormir e sair para andar de bicicleta!!!!
Para as Calles ia, quase todos os fins-de-semana era uma loucura, pois lá o meu Padrinho tinha uma vacaria e passava o FDS a mugir as vacas, com aparelhos altamente sofisticados, que na altura aquilo era o melhor que havia, e cuidar dos bezerrinhos, a levar a bilhas do leite à cruz do caminho para a Agros levar. Enfim bons tempos, que não voltam, mas ficam eternamente nas minhas memórias!!!!!!!!!!!!!!
A minha vida foi regalada e descontraída. Espero poder dar, pelo menos um bocadinho, dessa descontracção aos meus filhos!!!! Vão poder andar descalços, como a Mãe andou, no jardim da Avó e experimentar comer a terra a relva, nem que isso seja um “bicho-de-sete-cabeças”. Apanhar grilos para garrafas de cerveja e rebolar ao sol sem protector solar 100!!!
Bem um dia volto com mais divagações, agora leiam e vejam como conseguimos “sobreviver” aos fabulosos anos 70, no meu caso!!!
«Será que nasceste nos anos 60, 70 ou 80?
Como conseguiste sobreviver?
Os carros não tinham cinto de segurança atrás, nem apoio de cabeça nemseguramente airbags. No banco de trás sem cinto era a festa, era "divertido" e não era"perigoso". As barras das camas e os brinquedos eram multicolores ou pelo menosenvernizadas e com tintas contendo chumbo ou outros produtos tóxicos. Não havia protecção infantil nas tomadas eléctricas, portas das viaturas,medicamentos e outros produtos químicos de limpeza. Podia-se andar de bicicleta sem capacete. Bebia-se agua da mangueira de rega , num chafariz ou não importa qualqueroutro sitio, sem que fosse agua mineral saída de uma garrafa estéril . Fazíamos carros com caixas de sabão e aqueles que tinham a sorte de ter umarua asfaltada inclinada junto de casa podiam tentar bater recordes develocidade e aperceberem-se, tarde demais, que os travões tinham sidoesquecidos... Após alguns acidentes, o problema era normalmente resolvido! Tínhamos o direito a brincar na rua com uma única condição estar de voltaantes de anoitecer. E não havia telemóveis e ninguém sabia onde estávamosnem o que fazíamos... Incrível! A escola fechava ao meio-dia para almoço, podíamos ir comer a casa. Arranjávamos feridas, fracturas e às vezes até partíamos os dentes masninguém era levado a tribunal por isso. Mesmo quando havia grande bagunça,ninguém era culpado excepto nos mesmos. Podíamos engolir toneladas de doces, torradas com toneladas de manteiga ebeber bebidas com Açúcar de verdade , mas ninguém tinha excesso de peso,porque estávamos sempre na rua. Podíamos partilhar uma limonada com a mesma garrafa sem receio de contagio. Não tínhamos Playstation, Nintendo 64, X-Box, jogos vídeo, 99 programas deTV por cabo ou satélite, nem vídeo, nem Dolby surround, nem GSM , nemcomputador, nem chat na Internet , mas nos tínhamos... amigos! Podíamos sair, a pé ou de bicicleta para ir a casa de um colega, mesmo seele morasse a vários km , bater à porta ou implemente entrar em casa dele esair para brincarmos juntos . Na rua, sim na rua no mundo cruel! Sem vigilância! Como é que isso erapossível? Jogávamos futebol só com uma baliza e se um de nos não eraseleccionado uma vez, não havia traumas psicológicos, nem era o fim domundo! Por vezes um aluno talvez um pouco menos bom que os outros tinha querepetir. Ninguém era enviado ao psicólogo ou ao pedopsiquiatria. Ninguém eradislexia, hiperactivo nem tinha problemas de concentração". O ano erarepetido e pronto cada um tinha as mesmas oportunidades que os outros. Nos tínhamos liberdades, erros, sucessos, deveres e tarefas ... eaprendíamos a viver e a conviver com tudo isso. A pergunta é então: mas como conseguimos sobreviver ? Como pudemosdesenvolver a nossa personalidade ? Será que tu também és desta geração?»
É um provérbio antigo e continua mais que actual.
Isto vem a propósito da entrevista que vim a ouvir, na Antena 1, no carro depois do almoço. Os entrevistados eram o director da pediatria do Hospital de S. João e a Dr.ª Helena Sacadura Botte, que pelos vistos é a tesoureira!!!, da Associação para a Protecção da Segurança Infantil - APSI. O objectivo: alertar que a segurança dos nossos filhos é a prioridade máxima, pois sem segurança não à felicidade e alegria dentro de uma casa.
Uma das muitas coisas referidas pelos entrevistados, foi de que os esclarecimentos e prevenção deveriam começar na grávida, na futura Mamã, em detalhes tão pequenos como o usar o cinto de segurança não aperta o bebé, segura-o. Um dos truques para uma barriga grande é puxar o banco para trás o máximo pois ao colocar o cinto ele vai incidir na parte mais baixa da barriga e assim Mamã e Bebé vão muito confortáveis. Pequenos quês que são fundamentais.
Alertaram que antes de adquirir as cadeirinhas par ao carro devemos consultar o site deles com a melhores propostas e indicações. Pois os pediatras, enfremeiros e médicos de clinica geral nem sempre estão muito esclarecidos para uma abordagem "segura" do assunto.
Um outro ponto referido é a segurança das crianças. Falaram sobre muitos pontos, mas sabiam, por exemplo, que uma criança pode afogar-se num, simples, balde com água? Sim, daqueles que temos em casa para mergulhar a esfergona. Pois é, é que 25% do peso do corpo de uma criança está na cabeça e ao espreitar, afinbal a curiosidade é uma faceta das crianças!, facilmente se desequilibra.
Como vêem todo o cuidado é pouco e uma visita com frequência ao site desta associação pode ajudar muito. Já agora podem, também, telefonar ou escrever para lá e esclarecerem todas as dúvidas que tiverem. Não se inibam mais vale perguntar que continuar na ignorância!!!
Há que começar a tratar da segurança antes deles e delas nascerem, depois o tempo será escasso!!!
Nós, eu e o Gil, por exemplo, vamos, entre outras coisas, tratar de colocar umas placas acrílicas na nossa varanda, pois o “corrimão” é igual a uma escada e uma distracção pode ser fatal. Afinal viver num oitavo andar com vistas para o mar é bom, mas também exige muitos cuidados...
Segurem bem tudo e não facilitem em nada.
hoje o bebé faz 14 semanas, ou seja, 3 meses e 15 dias. Por isso vamos todos cantar os parabéns. Afinal não é todos os dias que se comemoram 14 semanas de vida. Não acham?
Beijos grandes para todos e até breve...ainda cá volto hoje!!!
numa azáfama tão grande que nem tenho tido tempo para contar as novidades!!!
Para o casamento, ou melhor o enlace matrimonial (adoro esta experssão!), quase tudo está pronto! Já é um princípio, para que uma semana antes possa andar de papo para o ar a receber massagens e a tratar de mim, quer dizer de nós, em condições!
Quanto à barriguita, continua redonda e ainda sem a forma “natural” de quem transporta uma nova vida, mas muito linda!!! Na segunda fomos os três à consulta com a obstetra. Foi uma emoção. Ver ali o nosso bebé a mexer, e mexe-se muito, ver o coraçãozito a bater e conseguir ver todo o corpinho. Não vão acreditar no que vos vou confessar, mas a carinha do bebé é tão linda!!! A sério, na ecografia que a médica nos deu consegue-se ver muito bem o narizito, os lábios, o queixo e a bochechita, só a direita!!!! Hi Hi Hi Sim sei que sou uma Mamã muito babada, mas que queriam?
Entretanto, os Papás babados já compraram a primeira roupinha do Bebé. Umas jardineiras de ganga, uma camisolinha/body vermelha, um casaquinho de malha azul e umas sapatilhinhas, de um tamanho indescritível, vermelhas!!! Tudo a combinar com os passeios que vai dar nas Calles!!! Desculpem, mas acreditam que as sapatilhas são anti-derrapantes?!?! Imaginem!!!!!
Bom a Mamã também já comprou uma camisolinhas grandes para ela e a Avó Milú uma camisolinha com um anjinho a fazer bolinhas de sabão para o rebento!!!!
Andamos todos numa babice que faz arrepiar, mas faz parte do encanto, não faz?